sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Legião Urbana , 20 anos do Ultimo show

O último show da banda que foi uma das maiores expoentes do rock brasileiro acontecia há exatos 20 anos. A Legião Urbana se consolidou no cenário nacional como a voz do “rock Brasília” dos anos 80 e compõe a trilha sonora das rodas de violão até os dias de hoje.
Mesmo duas décadas após seu trágico ponto final, com a morte do líder Renato Russo, o grupo continua habitando o imaginário popular e não há quem não conheça as letras inconfundíveis que ainda se mantém atuais por falar sobre os assuntos mais variados e delicados.
Em homenagem à eterna Legião Urbana que se encerrou há 20 anos.
20 musicas que marcou uma geração.
1- “Será”
Primeira faixa do primeiro disco, “Será” se tornou sucesso imediato e ainda é uma das mais tocadas da Legião. A batida simples e os poucos acordes já davam o tom de como seria a sonoridade do grupo.
2- “Soldados”
Ainda no álbum de estreia, “Soldados” já deixava evidente algumas das características principais da banda: letras fortes, temas diversos e críticas à sociedade.
3- “Geração Coca-Cola”
Mais uma de suas canções de protesto, “Geração Coca-Cola” ainda é hino de jovens inconformados com a realidade que se identificam até hoje com as críticas ácidas de Renato Russo.
4- “Por Enquanto”
Também eternizada na voz de Cássia Eller, essa música mostra como poucas a capacidade reflexiva e poética por trás das composições da Legião Urbana.
5- “Música Urbana”
Já no segundo disco, é possível notar uma evolução. Com um ritmo mais suingado e uma levada que lembra um ska acelerado, “Música Urbana” exibe mais uma das facetas da banda, tratando da pobreza nas cidades.
6- “Índios”
A variedade de temas abordados nas letras de Renato se estende ainda mais com “Índios” que mantém a base rítmica e sequência de acordes simples, mas é complementada por licks progressivos, tocados por Dado Villa-Lobos, que acompanham os versos.
7- “Que País É Este”
Uma das mais cruas e diretas da Legião Urbana, “Que País É Este” é a faixa-título do terceiro álbum e até os dias de hoje retrata um Brasil que ainda se mantém atual. Uma curiosidade é que sua base é praticamente igual à de “I Don’t Care”, dos Ramones.
8- “Faroeste Caboclo”
Em contraponto à simplicidade da maioria das músicas, “Faroeste Caboclo” é a famosa canção de 9 minutos que conta a saga de João de Santo Cristo. Os fãs de Legião se dividem entre os que decoraram a letra inteira e os que engasgam no meio dela. As inspirações para o enredo têm várias origens, desde músicas de Bob Dylan e Gilberto Gil até fatos que ocorreram com o próprio Renato Russo.
9- “Química”
Mais uma das obras da banda que demonstram sua perene identificação com a juventude. Geração após geração, estudantes que se deparam com a letra de “Química” compreendem a crítica ao sistema educacional contida nela.
10- “Pais e Filhos”
O disco “As Quatro Estações”, de 1989, trouxe uma das canções que mais se cristalizaram no inconsciente coletivo. O trabalho, que fala bastante de conflitos internos e familiares, tem seu ponto alto em “Pais e Filhos”.
11- “Meninos e Meninas”
Renato Russo não tinha problemas em compor sobre temas polêmicos ou espinhosos, e o fazia com grande capacidade poética. Basta ouvir “Meninos e Meninas” e perceber que a letra fala sobre bissexualidade em uma época na qual o assunto representava um tabu ainda maior que hoje.
12- “Metal Contra As Nuvens”
Muitos pensam que a faixa mais longa da Legião Urbana é “Faroeste Caboclo”, mas esse posto na verdade cabe à “Metal Contra As Nuvens”, do álbum “V”. A canção épica traça um paralelo entre o Brasil do início da década de 90 e a Europa feudal da Idade Média.
13- “Vento no Litoral”
Com a descoberta da doença de Renato Russo, os trabalhos da Legião foram ganhando uma densidade maior e as músicas se tornaram mais melancólicas. Isso é facilmente observado em “Vento no Litoral”, que fala sobre suicídio com uma levada calma e sombria.
14- “L’age D’or”
Apesar desse panorama, ainda haviam contrapontos no quinto álbum, como “L’âge D’or”, mais pesada e com riffs que abusavam de distorção para os parâmetros da banda, aproximando-a de suas raízes e influências.
15- “Perfeição”
Em “O Descobrimento do Brasil”, pode-se notar um otimismo maior, mas também uma acidez elevada. “Perfeição” é praticamente um rap rock que destila críticas duríssimas e diretas à sociedade, ao país e à classe política.
16- “Giz”
Considerada por Renato Russo sua composição predileta, “Giz” é nostálgica e relembra a infância, com uma leveza quase ingênua, destoando das letras características da banda.
17- “A Canção do Senhor da Guerra”
Lançada apenas no álbum ao vivo “Música Para Acampamentos”, essa música faz referências à política internacional, que era marcada pela Guerra do Golfo, e critica duramente a cultura militarista que se formava.
19- “A Via Láctea”
À medida em que a saúde de Renato ficava mais debilitada, as letras transpareciam essa fragilidade. “A Via Láctea”, do álbum “A Tempestade”, representa o ápice dessa melancolia final da Legião Urbana.
19- “Marcianos Invadem a Terra”
No disco derradeiro, a banda resgatou material de outras fases e “Marcianos Invadem a Terra” é uma pérola da era “Trovador Solitário”, em que Renato se apresentava apenas com voz e violão, no início da década de 80. A faixa é extremamente reflexiva e profunda, dando margem a várias interpretações diferentes.
20- “Antes das Seis”
Talvez o último grande sucesso da banda, “Antes das Seis” embalou o álbum “Uma Outra Estação” com versos leves sobre o amor, evidenciando como a Legião Urbana conseguia tratar dos assuntos mais triviais como se fossem únicos.

A história do "menino Princesa"

A história de Dyson Kilodavis, 5 anos, é tão legal e emocionante  que sera impossível não torcer por ele  . O pequeno americano sempre gostou de se vestir como uma princesa e nunca escondeu isso de ninguém. A primeira vez que Cheryl Kilodavis, mãe do garoto, percebeu seu gosto por roupas, cores e itens tidos como “de menina” foi quando Dyson tinha 2 anos.
Depois dos pais consultarem vários especialistas para solucionar o caso, o filho mais velho, Dkobe, de 8 anos, deu a resposta mais sensata: “apenas o deixe ser feliz”. Foi a partir daí que eles não só deixaram Dyson ser feliz, como a mãe se inspirou e escreveu um livro infantil para mostrar que não devemos impor se um brinquedo ou uma roupa é apenas para meninas ou para meninos.
O livro, intitulado “My Princess Boy” (em tradução livre, “Meu Menino Princesa”), foi lançado nos Estados Unidos e já está em sua segunda edição. O título vem de uma conversa que a mãe teve com o menino quando ele tinha três anos. Na época, ele disse que era uma princesa. Quando Cheryl disse que apenas meninas poderiam ser princesas, ele afirmou ser um “menino princesa“.
Uma historia bem emocionante a qual enfrenta uma sociedade e suas leis, Ainda não tem previsão de quando vem para o Brasil, mais será digno quando chegar.  

Marilyn Manson Criou o Grunge ?

Por essa ninguém esperava! O cantor e anticristo superstar Marilyn Manson foi quem inventou a palavra “grunge”, segundo ele mesmo, claro!
Foi assim: lá na virada da década de oitenta pra noventa, quando o roqueiro malvado ainda era um jornalista musical, ele ouviu o disco Bleach, do Nirvana, pirou e pensou: “Essa é uma banda grunge!” Bom, foi o quele ele contou em entrevista à Noisey.
Na época, Manson fez uma resenha sobre o álbum de estreia da banda de Kurt Cobain e escreveu pela primeira vez que eles eram grunge. “Eu odiava rock’n’roll quando comecei. Tinha um monte de bandas que eu costumava chamar de ‘rock comum’, porque todo mundo queria ser simples usando camisas de flanelas como o Pearl Jam, que lutava contra a Ticketmaster, essa merda toda”, disse ele. “O Nirvana era diferente. Essa foi uma das bandas primeiras bandas que eu apoiei como jornalista e escrevi em uma resenha dizendo que eles eram os pioneiros do “grunge”.
Então, ok!

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